domingo, 22 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Bruce Springsteen e sua The E Street Band em São Paulo
*Vai pra série: Shows da minha vida...
![]() |
| Apoteótico. |
Entrei na fila do Espaço das Américas, com aquela sensação de ansiedade de quando algo extraordinariamente arrebatador está preste a acontecer. É uma sensação que se assemelha muito com aquela do corpo quando reage por instinto tentando alertar do perigo, só que aqui o inverso. Saí do meu trabalho nervoso, cheguei na Barra Funda nervoso. Até interagir com fãs de Bruce na fila. É aquele tipo de fãs que aqui no Brasil não se encontram tantos quanto na Europa onde o The Boss é venerado. Aqui devido as poucas vezes que apareceu no país (incluindo apenas uma unica visita em 1985, durante um evento dos direitos humanos realizado no estádio do Parque Antarctica), a pouca visibilidade que teve durante todos esses anos fizeram com que passe batido pelo Brasil sua vinda, comparado com outros países. Entretanto, seus fãs são devotos. Muitos vieram de diversas partes do país, e até de outros países. Vi gente de Portugal, Chile, EUA, que seguem como peregrinos os concertos da lenda da música. Música essa que transpõe barreiras continentais. Suas canções são hinos que não se silenciam ao passo dos anos.
Quando os portões se abrem as 19h, entro no espaço com o coração parecendo que não se contenta em permanecer entre ossos, carne e pele. Parece saltar em certos momentos. E o show nem sequer começou. Quando junto de duas garotas que conheci na fila, Mariana e sua mãe, fomos até perto do palco. Era uma visão bastante boa, facilitada por eu ter pego a pista Premium, que dava uma certa distancia consideravel da pista comum. Ali estavam pessoas que pude conversar. Sinto muito não ter pego contato com alguns ali. Pessoas que dão duro em suas vidas, passam por problemas financeiros, mudam de cidades, carregam histórias de vida, de superação, de relacionamentos, sempre com as canções de Bruce entrando, assim digo invandindo suas vidas como trilhas sonoras de filmes que surgem ao fundo da cena. Conheci um homem que estava com sua esposa. Nitidamente, por razões mil, os dois não pareciam estar num bom momento do relacionamento. O cara se mudou para Maringá/PR, acho. Sua mulher em São Paulo. Talvez a distancia tenha sido o pivo desse desgaste visivel em indiretas um ao outro do tipo "nem parece que você tem tanto tempo assim em casa...", coisas do tipo. Pareciam ser de um casal de classe média alta na faixa dos 30, 40 anos, que se desdobravam para manter o status financeiro como podiam, talvez até mesmo por terem filhos, enfim. O homem me contava ao lado de sua mulher a fascinação que tinha pelo Springsteen. Era um garoto e quando tocava uma de suas canções na rádio corria para escutar, cresceu comprava LP's e assim surgiu em sua vida uma garota (se tratava da sua mulher que estava ao seu lado no show) que também tinha o habito de comprar LP's do The Boss, e assim começou um romance que durou até os dias de hoje, custe a que custar. Eles me contavam que trocavam os LP's que ouviam, e conversavam, ele no caso nervoso puxava conversa com a garota que queria ter pra si como sua mulher. Engraçado ali divaguei, como as vidas e não só a deles, é só assistir ao documentário Springsteen and I, produzido por Ridley Scott, como pessoas no mundo inteiro tem histórias de amor, superação e amizade que se entrelaçam com hits como "Badlands", "Born to Run" e "Glory Days".
De repente, entra no palco Bruce e sua E Street Band enfurecidos ao som de guitarras que pareciam nos fazer acreditar que aquilo não parecia muito ser algo fácil de acreditar. Por recomendações feitas, Springsteen abriu seu primeiro show no Brasil com um clássico do rock protestante dos anos 70 de ninguém menos que Raul Seixas, a enérgica "Sociedade Alternativa". Estouro. A garota que estava ao meu lado, as centenas que estava ao meu redor simplesmente diziam "PQP", "Bruce!", sem terem o que dizer estasiados pulavam com as mãos ao alto entoando vendo um Bruce com sua Telecaster arrebentando e... cantando a música em PORTUGUÊS. Foi dificil não ficar estasiado. Foi um daqueles momentos da sua vida que você para e curte faiscas da sensação ali tomadas no ar, no ambiente do espaço. Foi foda.
| Fonte: Scream Yell |
| Fonte: Scream Yell |
Ele entrou no palco as 21h14, e logo soltou um "hello, São Paulo!" e em português disse "estou muito feliz por estar aqui". Tocou Raul em guitarras pesadas, e já logo soltou a incrível faixa "We Take Care Of Our Own", do mais recente disco "Wrecking Ball", razão da turnê que vem fazendo. Foi lindo. Num show que tocou por 3 horas e 17 minutos, 29 canções de sua carreira, soou pelo ambiente sons inesquecíveis que fez com Clarence Clemmons, morto em 2011 por decorrencia de um derrame, em discos incríveis como "Born to Run". Ali esteve faixas como "Tenth Avenue Freeze-Out", onde no meio do espaço das Américas atravessando a multidão tocou com o sobrinho Jake Clemons a faixa enquanto no telão mostrava imagens do tio eternizado e sempre lembrado por Bruce em seus shows. Em seguida embalou um clássico dos seus shows, uma versão do som dos The Isley Brothers, a barulhenta e dançante "Shout". Acompanhada de uma versão de "This Little Light of Mine", dos The Steeles. Foi quando o show enfim após visivelmente Bruce ter entregado seu melhor no palco, derramando suor e balões de água que estourava contra a si para apagar o calor que sentia após ter se jogado na platéia, para ser carregado por seus fãs até a outra base do palco no meio da multidão. Pulado, tomado cerveja de um fã, corrido, estremecido o ambiente com riffs célebres de hits como "Born To Run" que pós o lugar abaixo. "Dancing in The Dark", "Because The Night" e "Born in The U.S.A." E "We Are Alive", do novo disco.
Depois do bis, ele volta sozinho com sua gaita e um violão. Numa sensação atordoante e já sentindo falta do cara incrível que se entregou para todos os que foram até ali, fiquei meio triste até. Pensei vou ter que voltar pra casa depois disso e alimentar tudo o que aconteceu nessa noite que foi mágico. Um breve momento de nossas vidas que tudo parece tão grande demais, que o mundo em suas canções, em sua atitude não conseguem caber num show de mais de três horas. Que só voltando a fita em nossas mentes para aquele dia 18 de setembro de 2013 parece ser capaz de nós fazer entender o significado disso tudo. Afinal, um show do Bruce como a Rolling Stone elegeu como o maior show da atualidade, de um cara que já passou por tanta experiencia em sua vida, ainda é uma flama acesa de puro rock'n'roll. Seu show não é pra ser quantificado, e sim apreciado e uma grata felicidade durante aquelas boas horas que ali pôde proporcionar. A proposito ele volta sozinho para tocar sua dilacerante "This Hard Land", faixa que cela o disco de Greteast Hits que lançou em 1995. Uma canção que fala de lugares que fomos, estamos ou vamos um dia. Que fala que o aqui não é tudo o que vamos ter um dia, basta ter sonhos e fé que tudo é possível. Enfim, uma canção que deixa em aberto nossas vidas escritas por nós mesmos. Quando ele finaliza com esses versos: "Well if you can't make it stay hard, stay hungry, stay alive if you can. And meet me in a dream of this hard land", e engata com sequencias de gaita avassaladoras, uma parte de mim espera que possa ter essa sensação mais uma vez na vida. É torpente, tocante e memorável.
Valeu Bruce!
Valeu Bruce!
![]() |
| Fonte: Scream Yell |
![]() |
Bruce trazendo a bela 'Hungry Heart'
|
![]() |
domingo, 8 de setembro de 2013
R-E-F-L-E-K-T-O-R. 9PM 9-9.
É o seguinte: como já deu para perceber os canadenses do Arcade Fire estão misteriosos nesse retorno com seu quarto disco. O enigmatico "Reflektor", nome do novo album dos rapazes vem lançando sinais pelo mundo em lugares conhecidos de diversas cidades com um circulo e o nome r-e-f-l-e-k-t-o-r dividido em losangos preenchidos nesse circulo. O vídeo divulgado por eles só traz mais mistério e nada de revelador. O som ao fundo meio fantasmagorico, nada de novo.
Como bem salientou o jornalista bamba Lucio Ribeiro no seu blog Popload, três coisas estão claras sobre esse retorno:
O nome do disco: “Reflektor” / Lançamento: 29 de outubro
O nome do single: “Reflektor” / Lançamento: 9 de setembro
O diretor do vídeo do single: Anton Corbijn
E os shows anunciados: Big Day Out, festival na Austrália/Nova Zelânia, em janeiro e fevereiro de 2014.
O resto é vento. Corre por ali e por lá, ninguém sabe ao certo. Mais novidades virão amanhã. No aguardo.
Link do primeiro single do quarto album da banda que vazou ontem. Nada confirmado, mas leva-se a crer que se chama "Reflektor", e que o single que será lançado amanhã com esse nome virá num EP com mais músicas. No aguardo. A nova canção do Arcade Fire tem uns 8 minutos e achei bem bacana. Parece ser uma fase (dançante?) da banda que parece contar com participações especiais legais (David Bowie?), além do produtor dandi James Murphy que parece ter conduzido um pouco de seu estilo a banda pelo que se pode extrair desse primeiro single misterioso até amanhã. Como sou afoito e impaciente, já tá ai o post.
| Link para ouvir o single "Reflektor" |
Num show secreto que a banda fez mês atrás em Toronto, em que foi terminante proibida qualquer gravação ou registro sob a pena de ser expulso, boatos disseram que o som trazia algo como "um Talking Heads, Once a Lifetime, como se tivesse sido escrita e feita por um David Bowie". Pela demonstração aqui, não deve fugir dessa descrição. Ansiedade indie pelo que se pode sentir nas redes sociais. No aguardo.
Solta logo essas informações Win Butler!!
| Possíveis capas do EP? Disco? Single? |
![]() |
| Talking Heads? David Bowie? Visual bacana da banda do Canadá. |
domingo, 1 de setembro de 2013
Uma banda com um plano. Mumford & Sons.
| Cena comum de ser ver. |
| Na ordem: Ted Dwane, Winston Marshall, Marcus Mumford e Ben Lovett. O rock/folk/pop legal de se ouvir. |
A música é uma arte capaz de nos chamar a atenção muitas vezes pela capacidade de nos surpreender pelas misturas improváveis de ritmos e sons. Pela história dela muitas bandas e conjuntos entraram para a história por conseguir mesclar um bom som e nos encantar para sempre. Riffs, batidas, percussões (sintetizadores?) que nos fazem perder em um nós mesmos em momento de encantamento e completa imersão na música e por ela. O que faz a banda Mumford & Sons desde que surgiu uns anos atrás, mais precisamente em 2007, foi explorar o seu som folk, por meio de seus instrumentos folk e fazer um som que nos faça emergir num misto de espanto e admiração por músicas que de tão contagiantes são capazes de nos fazer dançar, ouvir pura e simplesmente, pensar em coisas e por que não ficar empolgado. Penso eu, seria eles uma fonte de inspiração? Não vamos nos empolgar demais. Eles hoje em dia empolgam em cima de um palco tanto quanto um U2, produzem discos que vendem tanto quanto uma Taylor Swift e se projetam para o futuro envolto num projeto que cada vez mais nos parece cercado da grandeza de uma banda que nunca foi indie, se assim pode se dizer. Sua missão é ser uma banda de estádio, em que multidões gritam o refrão de seus estonteantes sucessos.
O sucesso não chegou ainda na cabeça da banda que vê tudo isso como pura sorte. "Internally, it doesn't feel like a vertical take-off. It's been quite a smooth gradient. It's felt like thousands and thousands of gigs, getting slowly bigger. The stars aligned for us. We've worked hard enough to deserve this. But we're the fucking luckiest band." declara Winston Marshall, um dos que tocam a guitarra e dono do banjo, para a Q Magazine desse mês. O líder, se assim pode-se dizer, vocalista Marcus Mumford diz que prefere não pensar nisso. O fato é que eles são a banda do momento na música. Alcançaram o topo dos mais vendidos, a mídia, músicos e publico, para o bem ou para o mal os tem como atração seja para falar mal ou bem, em outras palavras, a banda está dando o que falar. De Liam Gallagher, que disse que eles se pareciam com uma banda de Amish tocando, a rockeiros de outras épocas como Alice Cooper que declarou que o som deles não pode ser considerado rock. Não é por menos. O álbum mais recente deles, "Babel", para se ter uma dimensão amigo, vendeu 159.000 cópias no Reino Unido na primeira semana, se tornando um recorde para o ano de 2012, o que em tempo de recessão e crise economica aliada a disponibilidade do mesmo em serviços de streaming como Rdio e Spotify, é um absoluto sucesso. Isso lá, nos EUA, venderam 600.000 na primeira semana. Pensa. Além de terem levado o Grammy e o Brit Award de melhor disco do ano, tipo batendo todos os discos de gêneros pop e afims, não se restringindo ao gênero rock.
Não bastando foram headliners em festivais do tamanho de um Glastonbury e um Lollapalooza. Dividiram a atenção em Glasto com gente do nivel de The Rolling Stones. E para quem nunca viu nem ao menos um vídeo de um dos seus shows, não consegue levar a sério as expressões de quem já viu, ao menos um no YouTube. São uma daquelas experiencias musicais que você consegue sentir, pelo menos imaginar no meio daqueles que estão ali contagiados pela multidão. Sons como "The Cave" e "Little Lion Man" do primeiro disco "Sigh No More" ou "I Will Wait", "Whispers in the Dark" e a canção-titulo "Babel" ao vivo explodem num reluzente jogo de luzes e dedicação contagiante dos músicos que parecem em sintonia expressar o verdadeiro significado da música-espetáculo.
Sintonizados com um publico que anseia por músicas que os levem ao delirio, os Mumford & Sons não são tão somente uma banda para assistir e sim para se conectar diretamente em algo que seja singelo e poderoso. Fruto das letras estonteantes."Whispers in the dark. Steal a kiss and you'll break your heart. Pick up your clothes and curl your toes. Learn your lesson, lead me home. Spare my sins for the ark, I was too slow to depart. I'm a cad but I'm not a fraud. I'd set out to serve the Lord. But my heart was colder when you'd gone. And I lost my head but found the one that I love. Under the sun, under the sun.", num ritmo folk vertiginoso a bela "Whispers in the Dark" traz esse belo refrão. Uma entre tantas outras da banda.
O grupo que incendiou Glastunbury caminha com as próprias pernas esperando apenas do futuro poderem cantar para o maior numero de pessoas, de turnês em turnês pelo mundo espalhando essa magia tão excessiva e grandiosa que são suas belas canções que falam de esperança, amor e vida. Um espetáculo.
They... on the COVER
| Na New Musical Express ano passado... |
| Na Q Magazine desse mês... |
- Seu mais recente videoclipe, da faixa "Hopeless Wanderer", do disco "Babel"... com os atores Jason Sudenkis, Will Forte, Jason Bateman e Ed Harris. Bem divertido.
- E o disco mais recente super vendido "Babel" na integra.
| Na camaradagem: Balançando seu chocalho, na companhia do The Boss. |
Haim sendo sensacional.
| Moças lindas com um rock legal. |
| Prazer. Este, Danielle e Alana. |
Há um tempo elas já chamavam a atenção de gente tipo Julian Casablancas (aka vocalista de uma banda chamada The Strokes), mas talvez tenha sido no festival texano South by South West, que as coisas começaram a crescer de maneira mais avassaladora. De rostinhos vistos esporadicamente entre uma participação especial e outra com artistas de primeira linha como Cee Lo Green, para uma banda com contrato assinado com a mega Polydor Records. Tudo isso em 2012. Ano em que a banda de moças HAIM, começaram quietas e terminaram assim abrindo para o Mumford & Sons, na turnê "Gentlemen of the Road", a turnê dos caras, lá pelos EUA. Isso sem contar em ter abrido para Florence and the Machine no Reino Unido, e aparecido como promessas na NME a participado do famoso no programa do Zane Lowe da BBC Radio 1, tocando o hit "Don't Save Me". Um ano em que terminaram bombasticas.
Aqui estamos, agora elas já passam dessa de "garotas numa banda" fazendo barulho para "atrações que você não pode perder num festival". O sucesso parece ainda não ter sido alcançado pelas irmãs (sim, as três garotas Danielle, Alana e Este são irmãs) que soltaram numa entrevista para o site NOISEY, "We definitely don't think that we've made it" solta Alana se referindo-se ao progresso da banda. "If you think that you've made it I feel like you're already done. Like, it's just your time to biggity-bounce." Então tá. O que é fato é que mal começou o ano de 2013 e elas se viam em todo o tipo de listas como as coisas mais imperdiveis no mundo da música. Culpa do delicioso hit "Forever", que fez parte de um EP lançado um ano antes, o primeiro delas por sinal. São letras tão intensas e com diálogos legais. "I don't want to turn around. So come on baby. Come on and try to let it out... Let it go. We're still the same. So come on baby. Trigger the sound let's figure it out. Lets get back to where we started out." Não tem como não ficar indiferente.
Lembro de ter visto pela primeira vez o clipe de "Forever" de uma maneira no minimo curiosa ainda mais nos dias de hoje. Foi zapeando a MTV, parei para prestar atenção naquelas garotas andando de bicicleta soltando seus dramas de relacionamentos. Já tinha ouvido o som delas e tal, mas ali visualmente vi uma baita promessa. Digo isso num sentido em que algo novo e bem interessante se põe diante de mim. As três irmãs hoje já são um estouro no cenário indie, isso é um fato. Agora a pergunta que eu faço é, que inevitavelmente cedo ou tarde elas se encontrarão com um publico mainstream, ou elas não vão chegar a dar voos maiores? Eu apostaria que é questão de tempo. O som identificado por muitos como parecido com um Fleetwood Mac, misturando folk, rock dos anos 90 e algo ali de R&B é delirante e contagia.
Esse pode ser o ano do Haim. Porque foram consideradas atrações imperdiveis no SXSW desse ano, tocaram em todos os festivais legais possiveis na América and Europa tipo Glastonbury, Coachella, Primavera, Lollapalooza, assim... e quem sabe não aparecem no nosso Lolla ano que vem?
Legal foi vê-las no Glastonbury desse ano ao lado do grande Bobby Gillespie, tocando com o Primal Scream algumas músicas dos caras. Foram também no palco principal junto de Mumford & Sons tocarem uma música do Fleetwood. Claro tavam junto de outros como The Vaccines e Vampire Weekend, mas ali na bagunça, festa, chame do que quiser, elas estão fazendo barulho. Vai dizer que nunca prestou atenção?
| A estratégia das meninas. |
| Capa do disco de estréia, que chega no fim do mês. |
- Vídeo que achei bárbaro: A convite da NME, os franceses do Phoenix ensinando francês para as meninas do Haim no Leeds Festival na Inglaterra... rs
Rindo a toa.
|
| Gostei da camisa do batman, hein Alana. |
- E pra fechar o vídeo clipe do ano, a boa "The Wire" com as meninas esnobando uns caras.
Sacanagem viu.
Assinar:
Postagens (Atom)




































































